Fábio Garcia descarta ser vice de Pivetta e diz que União Brasil precisa resolver impasse interno
- Oeste MT Urgente
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O deputado federal Fábio Garcia afirmou que não trabalha com a possibilidade de ser vice na chapa do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) nas eleições de 2026. Segundo ele, o momento é de o União Brasil resolver primeiro suas próprias definições internas sobre qual caminho seguirá na disputa pelo Governo de Mato Grosso.
A declaração foi dada nesta segunda-feira (25), durante entrevista à Rádio Verde.
De acordo com Garcia, ainda existe um impasse dentro do partido entre apoiar a candidatura de Pivetta ou lançar o senador Jayme Campos como nome próprio da sigla ao Palácio Paiaguás.
“Não tem nada a ver com projeto de vice e nunca trabalhei com esse projeto. Trabalho com pré-candidatura a federal. Tudo tem seu tempo e precisamos respeitar isso”, afirmou.
O parlamentar destacou que Jayme Campos possui legitimidade para apresentar seu projeto político ao partido, mas reconheceu que existe uma divisão interna, já que o ex-governador Mauro Mendes defende apoio ao nome de Pivetta.
Garcia afirmou que o União Brasil tentará construir um entendimento até próximo das convenções partidárias. Caso isso não aconteça, a definição será tomada oficialmente durante as convenções.
Segundo ele, tanto o União Brasil quanto o Progressistas (PP), que fazem parte da federação, terão convenções separadas. Se houver divergência entre os partidos, a decisão poderá passar por uma comissão formada por sete integrantes, além da possibilidade de intervenção da direção nacional.
Durante a entrevista, Fábio Garcia também negou que exista chance de trocar o União Brasil pelo Podemos para compor uma eventual chapa com Pivetta.
Ele explicou que as conversas com o Podemos ocorreram dentro da movimentação natural dos partidos durante a janela partidária, principalmente na busca por nomes competitivos para a Câmara Federal.
“O diálogo que tive com o Podemos não foi por conta de ser vice do Pivetta”, declarou.
Nos bastidores políticos de Mato Grosso, a formação das chapas para 2026 segue indefinida, especialmente dentro do grupo político ligado ao atual governador Mauro Mendes.
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