Jovem abre os olhos durante velório e caso gera revolta da família
- Oeste MT Urgente
- há 18 horas
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Familiares acusam possível negligência médica após mulher de 27 anos apresentar sinais durante cerimônia fúnebre

Um caso chocante registrado em Angra dos Reis (RJ) tem gerado revolta e levantado questionamentos sobre possível falha médica. Familiares da jovem Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos, afirmam que ela apresentou sinais de vida durante o próprio velório, realizado na Capela Mortuária do Frade.
De acordo com relatos, a jovem teria aberto os olhos e tossido enquanto era velada, provocando pânico entre os presentes. Diante da situação, a família tentou acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas, segundo os familiares, o atendimento não foi realizado naquele momento.
Família levanta suspeita de erro
Abalada, a família passou a questionar o diagnóstico de morte e levantou a hipótese de que Caroline poderia estar em estado de coma, o que configuraria uma possível negligência médica.
O caso ganhou repercussão e gerou forte comoção, principalmente nas redes sociais, onde internautas cobram explicações sobre o ocorrido.
Prefeitura confirma óbito e fala em espasmos
Em nota, a Prefeitura de Angra dos Reis informou que o óbito da jovem foi oficialmente confirmado ainda no hospital, às 16h20 do dia 12 de março, após tentativas de reanimação sem sucesso.
Segundo o município, a causa da morte foi insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas, com confirmação baseada em avaliação clínica e exame de eletrocardiograma.
Sobre os sinais observados durante o velório, a explicação apresentada é de que se tratariam de espasmos cadavéricos, movimentos involuntários que podem ocorrer após a morte.
Caso segue sob apuração
Apesar da versão oficial, a família segue cobrando esclarecimentos e não descarta medidas judiciais. O caso permanece em investigação, e deverá ser analisado para esclarecer se houve ou não falha no atendimento médico.
A situação reacende o debate sobre protocolos de confirmação de óbito e a necessidade de rigor nos procedimentos para evitar dúvidas em casos sensíveis como este.
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