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Wellington Fagundes minimiza ausência de prefeitos em convenção do PL e diz: "Sinto a presença do povo"

  • Foto do escritor: Gutemberg Araújo
    Gutemberg Araújo
  • 25 de jul.
  • 2 min de leitura
Wellington Fagundes
Wellington Fagundes

Dos 22 prefeitos filiados ao PL em Mato Grosso, apenas quatro participaram da convenção que oficializou a candidatura do senador ao Governo do Estado. Parlamentar afirma que apoio popular é mais importante que presença de lideranças políticas.


O senador Wellington Fagundes (PL), oficializado como candidato ao Governo de Mato Grosso durante a convenção estadual do partido, minimizou a baixa presença de prefeitos no evento realizado neste fim de semana. Dos 22 gestores municipais filiados ao PL, apenas quatro compareceram à convenção, enquanto parte dos ausentes já declarou apoio à pré-candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).


Questionado sobre a reduzida adesão de prefeitos, Wellington afirmou que o principal termômetro de sua campanha é o contato com a população.

"Eu sinto a presença do povo e nada melhor do que as pesquisas para mostrar isso. Em todas as pesquisas divulgadas, inclusive com reconhecimento dos cenários, estou à frente", declarou.

Apesar da confiança, o senador ponderou que levantamentos eleitorais representam apenas o momento atual da disputa e reforçou que a campanha será construída ao longo dos próximos meses.

"Pesquisa é fotografia do momento. Quem ganha eleição é o trabalho. Vou continuar visitando todos os municípios, indo aos bairros e conversando com a população", afirmou.

A convenção também evidenciou as diferentes posições dentro do próprio PL em Mato Grosso. Enquanto parte da sigla mantém apoio à candidatura de Wellington, alguns prefeitos já manifestaram preferência pelo projeto político liderado por Otaviano Pivetta.

Outro ponto que tem gerado debates nos bastidores é a relação entre o PL e o MDB. O deputado federal José Medeiros (PL), pré-candidato ao Senado, integra um grupo que demonstra resistência a uma aproximação com a deputada estadual Janaína Riva (MDB), apontada como pré-candidata ao Senado e nora de Wellington Fagundes.

Ao comentar o assunto, o senador afirmou que não vê problemas caso uma aliança entre os partidos não seja concretizada.

"Pode acontecer de não existir uma aliança, mas não existe veto às pessoas. Eu não veto ninguém e muito menos um partido. A Janaína vai definir, como presidente do MDB, aquilo que o partido entender ser melhor", disse.

Durante o evento, Wellington também destacou que, caso seja eleito governador, pretende ampliar parcerias com os municípios para concluir obras públicas paralisadas, especialmente nas áreas da saúde e educação.

O senador lembrou ainda que é autor de um projeto de lei voltado à redução do número de obras inacabadas no país, defendendo que novos empreendimentos públicos não sejam iniciados enquanto outros da mesma natureza permanecerem sem conclusão.

Segundo ele, obras paralisadas representam desperdício de recursos públicos e prejuízo direto à população.



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