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Max Russi projeta Podemos com 6 cadeiras na AL e evita cravar apoio ao Governo em 2026

  • Foto do escritor: Gutemberg Araújo
    Gutemberg Araújo
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Max Russi projeta 6 deputados do Podemos na ALMT em 2026
Max Russi projeta 6 deputados do Podemos na ALMT em 2026

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, afirmou que a eleição de 2026 deve ser ainda mais dura para partidos menores na disputa por vagas na Câmara Federal. Segundo ele, o alto coeficiente eleitoral tende a concentrar as cadeiras de deputado federal em apenas três ou quatro siglas no Estado.


Com a filiação ao Podemos marcada para o dia 7 de março, Russi demonstra confiança no crescimento do partido na Assembleia Legislativa. Ele relembra que, na eleição passada, muitos duvidaram da sigla — e mesmo assim o grupo conseguiu eleger quatro deputados estaduais.

Agora, a aposta é ainda mais ousada.


“Podem anotar: o Podemos vai eleger, no mínimo, seis deputados estaduais. Todo mundo duvidou da gente na eleição passada e fizemos quatro. Agora, vamos crescer”, afirmou nesta segunda-feira (02).


Apesar do otimismo na disputa estadual, Max reconhece que a corrida por vagas na Câmara Federal é muito mais complexa. Para ele, a eleição proporcional exige estratégia, nomes fortes e uma montagem de chapa bastante cuidadosa.


“A eleição para deputado federal não é simples. São poucas vagas, coeficiente alto e uma disputa muito dura. Não é uma conta fácil. Mas o Podemos está se preparando, estudando nomes e trabalhando para tentar eleger deputado federal”, explicou.


Ele destaca que a formação da chapa passa por critérios rigorosos: número enxuto de candidatos, nomes com capacidade real de voto e o cumprimento das regras de gênero, o que torna o desafio ainda maior.


“A chapa não é fácil. São poucos nomes, precisa ter mulheres competitivas, pessoas que representem e puxem voto. É um desafio grande, mas estamos construindo”, completou.

“Chapa dos sonhos” e cautela sobre apoios


Ao comentar o desenho político que vem sendo articulado pelo governador Mauro Mendes, com nomes como Otaviano Pivetta ao Governo, Fábio Garcia como vice e a composição ao Senado, Max classificou o cenário como a “chapa dos sonhos” do atual governador.


Mas fez questão de ponderar que, na prática, nada está definido.


“É natural que o governador sonhe com uma chapa. Todo líder sonha com um projeto. Mas a política tem níveis de debate e tudo isso só se concretiza nas convenções. Elas é que vão falar por si e definir os rumos dos grupos políticos”, disse, ao evitar declarar apoio antecipado a Pivetta ou ao senador Wellington Fagundes.


Possível candidatura ao Governo


Sobre ter o próprio nome citado como possível candidato ao Palácio Paiaguás, Max foi direto ao afirmar que esse tipo de decisão não depende apenas dele.


“Eu não tenho poder nem autoridade para decidir isso sozinho. Essas conversas passam pelo partido, pelas lideranças, pelos interesses do Estado. Tudo será construído coletivamente”, concluiu.


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