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Fim da piracema em MT: pesca será liberada em 1º de fevereiro, mas com novas restrições, veja :

  • Foto do escritor: Oeste MT Urgente
    Oeste MT Urgente
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura
fim da piracema 2026
Fim da piracema 2025/2026 em Mato Grosso

O período de defeso da piracema em Mato Grosso chega oficialmente ao fim no dia 31 de janeiro de 2026. A partir de 1º de fevereiro, a pesca volta a ser permitida nos rios das bacias do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins, trazendo alívio para pescadores amadores, esportivos e comunidades ribeirinhas. No entanto, a retomada da atividade ocorre sob novas regras, estabelecidas pela Lei do Transporte Zero.


A legislação, em vigor desde 2023 (Lei nº 12.197), mudou de forma significativa o cenário da pesca no estado. Mesmo com o encerramento do defeso — iniciado em 1º de outubro de 2025 —, permanecem restrições severas quanto ao transporte, armazenamento e comercialização de peixes nativos.


Com o fim da piracema, a pesca amadora e esportiva está autorizada exclusivamente na modalidade “pesque e solte”, ou para consumo no local da captura, desde que respeitadas as espécies permitidas e as normas ambientais. Já a pesca de subsistência continua liberada, garantindo o sustento alimentar das comunidades ribeirinhas que dependem diretamente da atividade.


Apesar da liberação da pesca, o transporte de 12 espécies nativas segue proibido por tempo indeterminado. Entre elas estão peixes bastante conhecidos e valorizados, como Cachara, Dourado, Pintado, Jaú e Tucunaré. A medida visa preservar os estoques naturais e combater a pesca predatória nos rios mato-grossenses.


Outro ponto de atenção envolve os rios que fazem divisa com outros estados. Nessas áreas, podem prevalecer regras federais, que em alguns casos estendem o período de defeso até o final de fevereiro, exigindo atenção redobrada dos pescadores para evitar autuações.


As autoridades ambientais reforçam que o descumprimento das regras pode resultar em multas, apreensão de equipamentos e outras penalidades, mesmo após o fim da piracema. A recomendação é que os pescadores se informem previamente sobre as normas vigentes antes de iniciar qualquer atividade.



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