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Bortolin descarta aliança com a esquerda e diz que MDB buscará diálogo apenas com partidos de direita

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    Oeste MT Urgente
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Bortolin descarta aliança com a esquerda

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Léo Bortolin, deixou claro que o MDB de Mato Grosso já tem um direcionamento político definido para as eleições de outubro: a sigla não caminhará com a esquerda no Estado.

Membro da executiva estadual do partido, Bortolin afirmou que, logo após o Carnaval, o MDB vai intensificar as conversas com partidos de direita para definir qual pré-candidato ao Governo receberá o apoio da legenda.

“O que eu posso garantir é que vamos dialogar com todos, mas o partido vai caminhar com o posicionamento da direita dentro do Estado”, afirmou ao MidiaNews.

Ele descartou qualquer possibilidade de aliança com o PSD, que tem como pré-candidata a médica Natasha Slhessarenko, apoiada por grupos de esquerda.

Segundo Bortolin, a prioridade do MDB neste momento é dar sustentação à pré-candidatura da deputada Janaina Riva ao Senado, além de garantir a formação de chapas competitivas para deputado federal e estadual. O próprio Bortolin é pré-candidato a deputado estadual.

“Não existe possibilidade de o MDB caminhar com a esquerda em Mato Grosso”, reforçou.

Apoio ao Governo ainda em aberto

Apesar do alinhamento ideológico já definido, Bortolin não confirmou preferência automática pelo nome do senador Wellington Fagundes (PL), sogro de Janaina Riva.

De acordo com ele, o diálogo será mantido também com Otaviano Pivetta (Republicanos) e Jayme Campos (União Brasil).

Janaina pode disputar o Senado sem coligação

Bortolin revelou ainda que, em um cenário adverso, o MDB pode optar por não se coligar com nenhum candidato ao Governo.

Na avaliação dele, Janaina Riva tem força eleitoral suficiente para disputar o Senado de forma independente.

“Na minha visão, a Janaina é mais importante como candidata ao Senado, apoiando qualquer um dos três candidatos ao Governo, do que eles para a disputa ao Senado dela”.

Ele acredita que a deputada poderia vencer a eleição mesmo com “palanque aberto”.

Desafio para montar a chapa federal

Outro ponto levantado por Bortolin é a dificuldade dos partidos em formar chapas competitivas para deputado federal.

Ele citou o assédio ao deputado Juarez Costa, que, segundo ele, “está em cinco listas de partidos diferentes”, e destacou a importância de manter Juarez e Emanuelzinho no MDB.

“Todo mundo quer o deputado que vai ser o mais votado”, ironizou.

A meta do MDB é eleger dois deputados federais. No entanto, Bortolin reconhece que, sem Juarez Costa, o partido teria dificuldades para alcançar esse objetivo.

Para atingir o quociente eleitoral, o MDB precisaria somar cerca de 220 mil votos em uma chapa com nove candidatos, número mínimo para disputar as oito vagas de Mato Grosso na Câmara dos Deputados.


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